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Diabetes Infantil

Com o aumento da obesidade entre crianças, outro ‘inimigo’ pode prejudicar a saúde infantil, deixando reflexos para toda a vida adulta.

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Especial

2011-03-01

Mais informações sobre a Diabetes Infantil

Mais informações sobre a Diabetes Infantil

“A informação é uma importante arma dos pais, tanto para prevenir, quanto tratar o diabetes.”

Não é novidade que os hábitos alimentares estão piorando com o decorrer dos anos. As gerações fast-food vêm mostrando seus reflexos nas pesquisas sobre o tema na atualidade. Uma delas, a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), divulgada no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou dados que indicam o aumento da obesidade no Brasil, colocando a doença com status de epidemia. Entre os pequenos o número não é nada animador. O sobre-peso atinge 30% de crianças brasileiras entre cinco e 10 anos de idade. Com esses indicadores, o Diabetes Infantil vem crescendo no País, tendo a obesidade associada aos maus hábitos alimentares e sedentarismo. Segundo a International Diabetes Federation (IDF), existem cerca de 7,6 milhões de pessoas com diabetes no Brasil. Existem dois tipos de diabetes: a tipo 1 e 2. Na primeira modalidade se administra injeção de insulina para regular a glicose do organismo e é mais comum em indivíduos jovens. É justamente a tipo 2 que mais alarma profissionais de saúde no mundo todo no que se refere a crianças, já que este tipo é considerada doença de adulto sedentário e obeso. Segundo a nutricionista Márcia Leão, a prevenção da doença pode ser feita desde o nascimento, com o aleitamento materno, dietas ricas em fibras, açúcares em menores quantidades, alimentação fracionada em seis refeições diárias e a prática de atividades físicas.

A informação é uma importante arma dos pais, tanto para prevenir, quanto tratar o diabetes. É crucial que os responsáveis por menores leiam e entendam os rótulos de alimentos para saber o correto a ser fornecido a criança, dando a preferência a produtos diet. “O diabetes é muito perigoso, pois é difícil de ser diagnosticado. Quando não tratado corretamente pode causar à criança, já em sua vida adulta, infarto, hipertensão, derrame, perda de visão, doenças pulmonares, amputação de membros (principalmente inferiores) e insuficiência renal. Exames de rotina, exercícios físicos, controle de peso e colesterol são essenciais no combate a doença. Vale lembrar que, qualquer tipo de tratamento deve ser orientado por um médico e, para regrar a alimentação de seu filho, procure um nutricionista”, salienta Márcia.

“A criança já diagnosticada com diabetes deve ser observada em festas, principalmente. É importante que os pais levem pais levem doces sem açúcar para que ela não fique com vontade ao ver os amigos se deliciando com doces servidos. Já em casa deve haver um grande esforço por parte da família para equilibrar as vontades, inerentes a toda criança, com alimentos adequados a sua doença, evitando assim tratamentos drásticos”, explica Márcia.

“A criança já diagnosticada com diabetes deve ser observada em festas, principalmente. É importante que os pais levem pais levem doces sem açúcar para que ela não fique com vontade ao ver os amigos se deliciando com doces servidos.”

Atualmente, o fornecimento de medicamentos, atendimento médico e insumos é feito pelos órgãos públicos de saúde, em todas as esferas, sem custos ao paciente. Para isso, basta procurar unidades do SUS mais próximas.

Confira mais informações sobre Diabetes na imagem no começo da matéria.

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